História do Café – Parte II

Você é daqueles que não dispensa uma xícara de café? Saiba que ele pode dizer muito sobre sua personalidade…

Café (1)

 

 

História do Café – Parte II

 

Café

O QUE O SEU CAFÉ PREFERIDO DIZ SOBRE VOCÊ

Você é daqueles que não dispensa uma xícara de café?
Saiba que o seu tipo preferido da bebida, seja um pingado, expresso, cappuccino, com leite ou coberto com chantilly, pode dizer muito sobre sua personalidade. Será mesmo?

 

Confira abaixo:

1 -) Café Expresso (expresso/italiano)
Você é amigável e se adapta facilmente. Você realmente gosta do sabor do café, o que é um traço bem admirável.

2 -) Café Expresso duplo
Você é uma pessoa prática e gosta muito do trabalho. Você sabe que apenas uma dose já não é mais o suficiente.

3 -) Café Expresso triplo
Você é entusiasmado, mas um tanto obsessivo. Você deve ter acordado lá no final dos anos 90.

4 -) Mocha
Você é divertido e criativo. No entanto, você não gosta do sabor do café, mas você precisa de algo para te estimular e te deixar acordado.

5 -) Café com leite
Apesar de refletir bastante, você é frequentemente indeciso. Em um mundo cheio de contradições, você prefere uma escolha mais segura.

6 -) Cappuccino
Você é caloroso com as pessoas, mas às vezes é esquecido e atrapalhado. Seus amigos vivem te avisando para tirar a espuma de café do lábio.

7 -) Macchiato
Você puxa para o lado tradicional e é mais reservado. Porém, você é um tipo que odeia bigodes de espuma.

8 -) Café gelado
Você é assertivo, franco e não deixa que as estações ditem seu modo viver. Além disso, você gosta de canudos.

9 -) Café Americano
Você é calmo e consciencioso. É uma pessoa que aprecia as pequenas coisas da vida, como piqueniques no parque, o canto dos pássaros e café aguado.

10-) Frappuccino
Você é uma pessoa cheia de energia e elétrica. Você afirma que ama café, mas realmente só gosta do sorvete.

11-) Café para viagem
Você é sério e focado. Você acredita quando as coisas ficam difíceis, o ficar difícil tem muito a ver com o papelão que envolve o copo porque eles são muito quentes.

12-) Café Expresso
Você é inteligente e chato ou os dois. Você consciente ou inconscientemente fala “espresso”. De qualquer forma, é para te achar um mala.
E aí, o que você achou?

Essas informações foram retiradas do site Mashable.

 

Vamos então a 2ª parte do artigo sobre a História do Café.

Carlos Freire.

Índice

 

  • 1 Na Ásia e África
  • 2 Lavouras de café no Brasil
  • 3 O fim do tráfico e seus efeitos
  • 1 O Café e a geada
  • 4 A valorização do café
  • 5 Na Europa

 

 

Lavouras de café no Brasil

 

Café

          Fazenda típica de café, vista do terreiro de secagem do café ao fundo instalações – Avaré.

Em 1727, o sargento-mor Francisco de Melo Palheta, a pedido do governador do Estado do Grão-Pará, lançou-se numa missão para conseguir mudas de café, produto que já tinha grande valor comercial. Para isso, fez uma viagem à Guiana Francesa e lá se aproximou da esposa do governador da capital Caiena. Conquistada sua confiança, conseguiu dela uma muda de café-arábico, que foi trazida clandestinamente para o Brasil.

Das primeiras plantações na Região Norte, mais especificamente em Belém, as mudas foram usadas para plantios no Maranhão e na Bahia, na Região Nordeste.

As condições climáticas não eram as melhores nessa primeira escolha e, entre 1800 e 1850, tentou-se o cultivo noutras regiões: o desembargador João Alberto Castelo Branco trouxe mudas do Pará para a Região Sudeste e as cultivou no Rio de Janeiro, depois São Paulo e Minas Gerais, locais onde o sucesso foi total. O negócio do café começou, assim, a desenvolver-se de tal forma que se tornou a mais importante fonte de receitas do Brasil e de divisas externas durante muitas décadas a partir da década de 1850.

 

Café Plantação próxima da cidade de São João do Manhuaçu – Minas Gerais – Brasil.

O sucesso da lavoura cafeeira em São Paulo, durante a primeira parte do século XX, fez com que o Estado se tornasse um dos mais ricos do país, permitindo que vários fazendeiros indicassem ou se tornassem presidentes do Brasil (política conhecida como café-com-leite, por se alternarem na presidência paulistas e mineiros), até que se enfraqueceram politicamente com a Revolução de 1930.

O café era escoado das fazendas depois de secados nos terreiros de café, no interior do estado de São Paulo, até as estações de trem, onde eram armazenados em sacas, nos armazéns das ferrovias, e, depois embarcado nos trens e enviado ao Porto de Santos, através de ferrovias, principalmente pela inglesa São Paulo Railway.

 

O fim do tráfico e seus efeitos

 

O tráfico negreiro era um dos negócios mais lucrativos da economia brasileira e movimentava muito dinheiro. Com sua proibição, os capitais antes aplicados na compra de escravos foram deslocados para outras atividades. Ocorreu assim um incremento das indústrias, das ferrovias, dos telégrafos e da navegação. Junto com o café, o fim do tráfico proporcionou o início da modernização brasileira.

Reagindo aos efeitos da extinção do tráfico negreiro, os cafeicultores recorreram ao tráfico interprovincial e desenvolveram uma política de atração de imigrantes europeus para suas lavouras. As lavouras decadentes da cana de açúcar no Nordeste ampliaram a venda de escravos para as lavouras do Centro-Sul, que se transformaram na principal região escravagista do país. Porém, o trabalho dos imigrantes só ganharia peso na década de 1880, quando os cafeicultores já não conseguiam segurar os escravos nas fazendas, devido à força da campanha abolicionista.

 

O Café e a geada

 

O café foi plantado a oeste do estado de São Paulo, nos lugares mais altos, os espigões, divisores das bacias dos rios que desembocam no rio Paraná, lugares menos propensos à geadas que as baixadas dos rios. Nestes espigões foram também construídas as ferrovias e as cidades do Oeste de São Paulo, longe da malária que era comum nas proximidades dos rios. O café em São Paulo sofreu sobremaneira com a “grande geada de 1918” e a geada de 18 de julho de 1975, que atingiu também o norte do estado do Paraná, dizimando todos os cafezais das regiões de Londrina e Maringá

 

A valorização do café

 

O mais conhecido convênio de estados cafeeiros para obter financiamento externo para armazenamento de café em armazéns a fim de diminuir a oferta externa e conseguir preços mais elevados para o mesmo foi o Convênio de Taubaté de 1906. O pressuposto da retenção de estoques de café era a crença de que depois de uma safra boa, seguiria-se uma safra ruim, durante a qual o café estocado no ano anterior seria exportado. A partir da década de 1920, a valorização do café tornou-se permanente, aumentado muito o volume estocado, fazendo os preços se elevarem, atraindo com isso novos países produtores ao mercado fazendo concorrência ao Brasil. Com a crise de 1929, a partir do governo de Getúlio Vargas, todos os estoques de café tiveram que ser queimados para os preços não subirem. A escolha foi feita de modo a manter o café como um produto destinado às elites. Ou seja, o governo preferiu queimar o café à vendê-lo por um preço mais baixo, o que o tornaria acessível a qualquer cidadão da época. Foram queimados de 1931 a 1943, 72 milhões de sacas, equivalentes a 4 safras boas. A partir de 1944, a oferta de café passou a ser regulada por convênios entre países produtores.

 

Convênio de Taubaté de 1906 foi um acordo firmado entre os governadores dos estados de São Paulo (Jorge Tibiriçá),Minas Gerais (Francisco Sales) e Rio de Janeiro (Nilo Peçanha) para proteger a produção brasileira de café, que passava por um momento crítico, de preços baixos e prevendo a colheita de uma safra recorde. Engendrado dentro dos princípios da “Política dos Governadores”, acordou-se uma intervenção do Governo federal em benefício da classe dos cafeicultores de determinadas regiões do país.

O convênio estabelecia preços mínimos para a compra do excedente pelos governos, que a exportação de tipos inferiores de café fosse desencorajada, que fosse melhorada a propaganda no exterior, que se estimulasse o consumo interno e restringisse a expansão das lavouras. As compras seriam financiadas por emissões lastreadas em empréstimos externos. Além disso, o governo federal se comprometia com a criação da Caixa de Conversão a fim de estabilizar o câmbio, e assim, a renda dos cafeicultores em moeda doméstica. O convênio deu início à primeira operação de defesa do café, que foi composta por uma política de valorização do produto e outra de estabilização cambial.

 

 

Na Europa

Café

                                                     Café Nicola, em Lisboa

 

 

Os estabelecimentos comerciais na Europa consolidaram o uso da bebida do café, e diversas casas de café ficaram mundialmente conhecidas, como o Café Nicola, em Lisboa, onde se encontravam políticos e escritores, sendo de realçar o poeta Bocage, o Virgínia Coffee House, em Londres, e o Café de La Régence em Paris, onde se reuniam nomes famosos como Rousseau, Voltaire, Richelieu e Diderot.

O invento da cafeteira, já em finais do século XVIII, por parte do conde de Rumford, deu um grande impulso à proliferação da bebida, ajudada ainda por uma outra cafeteira de 1802, esta da autoria do francês Descroisilles, onde dois recipientes eram separados por um filtro. Fonte:- https://pt.wikipedia.org/wiki/Caf%C3%A9

 

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